Read more: http://www.estimulanet.com/2012/06/colocar-cometarios-do-facebook-no.html#ixzz2HlMBclHn

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Brian Culbertson - On my mind

Um pouco de smooth jazz para o dia, deste grande pianista, Brian Culbertson além da participação de um grande saxofonista que curto muito Eric Marienthal.



sábado, 12 de janeiro de 2013

As pequenas coisas que movem o coração de Deus

Estive pensando muito sobre o que é capaz de agradar a Deus.


Como conseguimos agradar a Deus?

Você já se fez esta pergunta?

Estive meditando acerca disso. Vamos a igreja todos os domingos, somos assíduos nos cultos, integramos algum ministério, grupo, departamento, enfim, estamos sempre trabalhando na igreja...ouvimos pregações maravilhosas, empolgantes, estimulantes, voltamos para casa "renovados", nos enchemos de esperança, de alegria, de convicção...cantamos canções, cantarolamos as músicas de nossos cantores evangélicos favoritos...choramos, levantamos as mãos e até oramos...fazemos campanhas, correntes, propósitos, jejuns e vigilias...

Não sei o quanto disso é capaz de comover o coração de Deus. De verdade, sei que Deus nos quer próximos a Ele, sei que cada uma das ações citadas acima tem seu valor e devemos mesmo exercer nossa militância nas causas do evangelho.

Mas eu estava sentado em um banco de praça e observava um pai supervisionando seus filhos brincando na areia. Quando percebo que o filho pequeno caiu no chão enquanto brincava e o filho mais velho correu para levantá-lo e o pai mais ao longe vai em direção ao acidente e observa, quando entende que está tudo sob controle, seu filho mais velho limpando a sujeira dos joelhos do pequeno irmão. Ele disse: "cuidado pra não se machucar"  enquanto suas mãos pequeninas limpavam os quase imperceptíveis arranhões do irmão. O pai observando tudo, abre um sorriso satisfeito e instantes depois os abraça, os pega no colo e depois de um beijo os leva para o carrinho de pipocas.

Percebi tudo.

Deus nos ama quando amamos, quando manifestamos isso. A recompensa maior que Deus espera de nós é quando conseguimos emanar o amor pelo próximo na mesma sintonia que Ele emana o amor dele. Com o mesmo desapego, com a mesma intensidade. Quando queremos cuidar, quando queremos o bem, quando somos capazes de, se necessário, perdemos para outro ganhar.

“Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. Darei a eles um só pensamento e uma só conduta, para que me temam durante toda a sua vida, para o seu próprio bem e o dos seus filhos e descendentes. Farei com eles uma aliança permanente: Jamais deixarei de fazer o bem a eles, e farei com que me temam de coração, para que jamais se desviem de mim. Terei alegria em fazer-lhes o bem…” Jeremias 32. 38-41.

A comunhão tem sido um tema esquecido entre nós. Mais do que um tema, uma prática abolida em muitas igrejas. Estamos petrificados, com o coração cheio de vaidades, cheio de vitórias para conquistar, promessas para se cumprirem, milagres para chegarem, e o próximo, o nosso irmão querido sentado no banco durante todo o culto só tem servido mesmo pra você dar as mãos em algum momento da celebração ou para servir de interlocutor quando alguém lá do púlpito manda repetir perguntas e frases de efeito. Acaba-se o culto, apagam-se as luzes, fecham-se as tramelas das portas e todos continuam suas vidas de indiferença, desunião e desamor.

Você pode me dizer: "não Bruno, lá na minha igreja a juventude é unida, os irmãos são unidos, saímos depois do culto e vamos todos juntos para uma pizzaria. Somos muito unidos." - Amém por isso! Aliás, sei perfeitamente que ainda existe amor, ainda existe gente séria, ainda existe compaixão, porque se não fosse assim acho que Deus já teria destruído tudo.

Mas amar quem nos ama é fácil, já dizia Jesus de Nazaré. Amar quem "racha" a conta da pizzaria é tranquilo! É um amor fácil de amar.

Um irmão de igreja, mais "humilde" e mais "pobrezinho" do que os demais, saiu com alguns líderes da igreja para uma celebração de pizzaria. Chegando lá, estacionou seu carro mais "humilde" do que o dos outros e se juntou a mesa com os irmãos da igreja. De repente, ouvem um estrondo na rua , saem pra fora e veem que o carro do irmão humilde foi avariado: algum motorista bateu no carro estacionado do irmão, fugiu, e deixou o prejuízo para trás. Na hora, todos se comoveram e abraçaram a causa do irmão: "Irmão, vamos ajudar a consertar seu carro. Pode levá-lo para a oficina, vamos nos unir e arcar com isso." O irmão assim o fez. Uma semana depois, os irmãos da pizzaria se fizeram de desentendidos e esqueceram da promessa que foi feita no mais alto estilo: "irmão, esse problema é seu, se vira, não temos nada com isso."

E assim temos vivido, num sistema altamente frágil em relação a comunhão. O lugar do amor tem sido preenchido pela necessidade de acumular e ver atendido todos os nossos interesses: emocionais, sentimentais, materiais...

Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. 
1 João 3:11


Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. 

1 João 3:14

Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos. 
1 João 3:16


Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?

Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade. 
1 João 3:17-18


Mais do que nossa devoção, nossa busca pessoal por nossas conquista, movemos o coração de Deus, quando amamos nosso próximo, mesmo que isto nos custe algo. A essência do evangelho é isto e reside nisto. Não amemos por palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.

Essas pequenas coisas certamente movem  o coração de Deus.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

O fim do evangelho



O sistema religioso atual está falido. Triste constatação.

Não está falido porque "faliu-se" porque "esgotou-se" ou "implodiu-se". Jesus não deixou de ser Jesus, Deus não deixou de ser Deus.

Mas nós cristãos deixamos de usar a religião para adorar a Deus e resolvemos usar a religião para nosso bel prazer, para satisfação dos nossos deleites. Usamos nossas idas aos cultos como uma dose de cocaína que um viciado precisa para manter seu vicio ou o gole de cachaça que um pé-rachado precisa pra esquecer as agruras de sua vida desventurada.

Nosso Deus, Criador, Grandioso, Excelso, se tornou um gênio da lâmpada, um realizador de desejos, um amuleto da sorte benzido nas manhãs de domingo, beijado nos crucifixos de madeira, um ser sobrenatural recebendo ordens de mandingueiros, invocado por "sacerdotes"  que vivem a ordenar a "ele" (deus?) para ungir copos cheios de água, folhas de arruda, reverter mal olhado, revogar pragas, quando não está ocupado entregando carros, casas, fortunas e satisfazendo todo o tipo de luxúria que esse povo pagão-cristão insiste em dizer que é "bênção de Deus".

Tolos. Não sabem o que fazem.

Este início pesado do meu texto, não é um olhar de melancolia, tampouco uma manifestação de rebeldia  religiosa que resolvi manifestar. Este tom franco é pra tentar prender sua atenção pelo menos até aqui, pra tentar chamar você a uma reflexão comigo, pra ver se você larga a mão de ser besta e definitivamente, sentado ai nessa cadeira defronte a este computador, resolva refletir seriamente sobre o tipo de cristianismo que você anda vivendo.

Se chegamos ao ponto que chegamos de fadigação, de estorvo, de embaraço, temos nossa parcela de culpa, cada um de nós. Nós que deixamos de olhar para a Bíblia  que deixamos de meditar nela, de examinar as escrituras, de investir tempo de relacionamento com Deus. Nos tornamos hipócritas buscando respostas que satisfazem nossos interesses. Devagarzinho, paulatinamente, como um marido infiel que abre a porta vagarosamente para o rangido não acordar a esposa e entregar sua farsa no meio da madrugada, fomos nos permitindo, nos liberando geral, nos entregando rumo a um evangelho do vale-tudo, do tudo-pode, sem consequências, sem compromissos, sem renúncia, um evangelho sem Cristo.

Sei que poucas centenas de pessoas lerão este texto. No meio de milhões, bilhões de usuários de internet é quase nada. Mas não posso querer muito, se de fato nem a Bíblia os cristãos de hoje se dão ao trabalho de ler. Os crentes de hoje preferem o evangelho fast-food, preferem receber as palavras avivalistas dos pastores encrenqueiros, dos pedidores de dinheiro, dos deturpadores de verdades, dos manipuladores de mentes. Querem receber mastigadinho, não querem preocupações e se aborrecerem com palavras eruditas, não querem se enfadar tentando interpretar as mensagens por trás das parábolas que Jesus pregava.

Não adianta reclamar de pastor ladrão, de crente safado, de pregador bandido. Estamos assistindo isso tudo e aplaudindo. Estamos mesmo é querendo nosso lugar ao sol, nossa cama de bençãos, queremos mesmo é ser iguais a eles.

O fim está próximo. Mas ele vai ter que esperar nossa última compra no shopping center. E vai ter que esperar acabar o próximo festival Promessas, porque o "Thalles Roberto vai cantar lá."

Irmãos, o evangelho de Jesus Cristo requer compromisso. Não compromissos de correntes, estapafúrdios que visam alimentar sistemas humanos. Mas temos que mostrar aqui fora, nesse mundão o que é ser cristão de verdade. Não há como nos misturarmos na multidão. Somos diferentes. 

"O Reino de Deus é tomado a força, o que vencer receberá a coroa, tome sua cruz e siga-me, o caminho que leva ao céu é estreito, muitos são chamados poucos escolhidos, do que vale ganhar o mundo e perder sua alma?, no mundo tereis aflições, a salvação é pela graça, de graça recebeis de graça dai."

Todas essas citações são bíblicas, e talvez você nunca tenha lido. Talvez já leu e não entendeu. Talvez algum "lider" te ensinou errado. Mas estes textos desmascaram qualquer mentira sobre essas facilidades que são semanalmente sugeridas em cima dos púlpitos. Jargões, frases feitas, sermões elaborados sob a tutela da psicologia querem te fazer crer que não existe compromisso a ser assumido. Pague sua benção e está tudo resolvido.

A vitória do cristão é a salvação. Galardão é consequência. Vida abastada aqui nessa terra é consequência. Conquista material é consequência. É o "plus". É o que Deus dá quando resolve dar, quando quer dar, quando entende que será melhor pra nós, quando entende que saberemos usar com sabedoria, que Ele tem um propósito para nos dar e ponto final.

Hoje, o fim do evangelho está anunciado. Hoje, você pode decidir que não. Você pode viver a plenitude do que diz a palavra de Deus. Você pode viver feliz na presença de Deus. Você pode tirar sua fé depositada em homens e tranferí-la para Deus. Só Jesus salva e só Ele é o caminho entre o homem e Deus.

Não se deixe enganar mais por falsas doutrinas. Não se engane mais vivendo um evangelho superficial e achando que está tudo bem porque não está.

Jesus ainda acredita em nós. Ele é o verdadeiro fim do evangelho.

"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade."
Mateus 7:21-23


6 dicas para viver infeliz

1 - Reclame o tempo todo. De tudo e de todos.
2 - Arrume confusão dentro de casa. Escolha assuntos banais como tampa de pasta de dente e de privada aberta.
3 - Arranje um amigo rico pra ficar bajulando ou invejando. Você quem sabe.
4 - Compre uma muda de roupa por ano.
5 - Invente mentiras dizendo que tem coisas que não tem e que faz coisas que não faz. 
6 - Seja malquisto e fique antipatizado pelos colegas de trabalho e vizinhos.


sábado, 5 de janeiro de 2013

O que NÃO esperar de 2013


Olá amigos leitores!

2013 está ai e não tive a oportunidade de previamente desejar-lhes um feliz ano novo. Mas como estamos no comecinho, o ano está envelopado em plástico bolha e com cheirinho de carro novo ainda mesmo transcorrido alguns dias, não é tarde pra desejar sim, a vera, um ano repleto de felicidades e realizações a todos vocês.

O ano novo está ai e sinceramente não imaginei ter "fôlego" pra tocar esse projeto aqui. Mas já confidenciei a vocês que é aqui que aproveito pra fazer minha faxina mental, pôr pra fora muito do que penso, tendo sempre o cuidado de concatenar as coisas com palavras produtivas que expressem o amor de Deus, tema central da fala de qualquer cristão que se preze.

Passada a época de festas tradicionais do fim de ano, natal e ano novo, além do clima de férias e a sensação do encerramento de um ciclo que embala esse período, agora, (pra alguns depois do carnaval mesmo) vem a hora da reflexão. Muitos de nós começam a organizar os pensamentos, meditar as possibilidades, vislumbrar o futuro, tentar organizar mentalmente os objetivos para o ano que está começando.

Alguns especialistas no assunto utilizam sempre como um bordão certeiro o termo "o que esperar do novo ano". Uma frase de efeito espetacular. Então, enumeram uma série de potenciais oportunidades disso ou daquilo que podem favorecer o ano vindouro.

O que esperar do ano 2013?

Bom, como todos os anos anteriores vou dizer o que sempre fiz e tem dado certo pra mim: não tenho esperado nada. Verdade! Meio "marrento", mas assim que tem sido e assim que tem dado certo pra mim.

Fazer acontecer é melhor do que esperar.

Devo dizer-lhes que não existe mar de rosas, nem passe de mágica e engana-se quem acha que Deus está no céu a serviço de atender pedidos desenfreados da humanidade para fornecer bençãos sem limite.

Mas acredito mais na atitude do que na esperança. Deixo pra usar a esperança em caso de real necessidade. Devemos orar, pedir a proteção, a benção e a graça do Pai, mas devemos tanto quanto isso, agirmos em favor de nossos objetivos. 

Confiar e descansar em Deus não significa confiar e descansar na cama. Temos que depositar nossa confiança no Senhor e crer que Ele abençoará o fruto do nosso trabalho.

Esperar as coisas acontecerem não é um bom posicionamento. É fato que as coisas não acontecem naturalmente, temos que buscar os resultados. As vezes, muita das vezes, não obtemos os resultados no tempo que queremos, a solução para nossos problemas, financeiros, sentimentais, espirituais. Mas quem confia em Deus sabe que no Reino de Deus absolutamente tudo obedece a lei da colheita. Temos que plantar, cuidar do plantio e aguardar vencer as intempéries e adversidades para no tempo certo colher os frutos. Ou seja, antes da vitória, tem a batalha, tem a luta. Mas isso é papo pra outra história.

O que não devemos esperar de 2013 é que seja um ano fácil, mole, mel na chupeta. Devemos lutar, superar pra no final deste ano, lá em dezembro de 2013 colhermos um pouco os doces frutos da vitória.

Não digo apenas no campo material. Tem muita gente que está obcecada nisso. Mas precisamos de vitórias em vários campos de nossas vidas, a todo o tempo. Sabe aquele amor gostoso que você a tempo não sente ou não vive com sua família? Aquele passeio gostoso na roça, comendo uma comidinha de um fogão de lenha, um olhar amável com seu filho pra uma vaca no pasto, um cheirinho gostoso de café da manhã na roça? A quanto tempo não faz isso? A quanto tempo você não se reúne com seus filhos ou com seus pais e não lê a Biblia, não faz um culto doméstico? Quanto tempo faz que você não ora com o seus pais? Precisa de dinheiro pra isso? Precisa de carro novo pra poder dar um passeio com seu filho e torná-lo uma criança mais feliz?

Quanto tempo você não sobe ao monte e faz uma oração profunda de intimidade com Deus? É tão gostoso quando estamos na mais perfeita sintonia na presença de Deus. Isso não tem preço.

Você já tirou algum tempinho pra visitar um asilo? É uma experiência ótima você abraçar braços cansados, apertar mãos calejadas e dizer "você é especial pra Deus"! É algo impagável você olhar dentro de olhos marejados e observar um sorriso sem jeito de gente que viveu muitas vezes, uma vida só de sofrimentos. E estão ali, vivinhas, recebendo um afeto que nunca receberam um dia.

Coisas assim não devemos esperar de 2013. Devemos fazer acontecer em 2013.

Deus seja conosco neste novo ano e que possamos alcançar tudo o que temos colocado nas mãos do Pai.

Mais uma vez, feliz ano novo.


Bruno Ramos

Felicidade se faz com música

Olá a todos!

Enfim, resolvi de vez expor minhas escritas. Sempre quis escrever, apresentar um pouco as idéias que estão sempre enclausuradas na minha mente, sem ter como escapar. Espero que gostem de tudo o que eu carinhosamente estou apresentando ai. E, se por um caso, precisares de uma banda pra tocar no seu casamento, na sua festa, no seu evento...estamos ai, fácil falar comigo. Abraços.

Abraço a todos.

brunodearamos@gmail.com
(28) 9923 5466
(28) 9922 5062