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terça-feira, 3 de julho de 2012

Quem quer dinheiro?



Se você digitar no Google a frase "quem quer dinheiro" os primeiros resultados da busca apresentarão a imagem atemporal do ilustríssimo Silvio Santos.

Incrível. Como alguém consegue associar sua imagem a um bordão desses. Quer dizer, nada de incrível propriamente, mas no mínimo exótico, estranho, esquisito...sei lá.

Duvido, que você que viveu os tempos áureos de audiência do "patrão" nunca tenha cogitado a possibilidade de enviar uma cartinha para a "porta da esperança". Não? Fala a verdade...

Quem nunca imaginou nos segredos guardados na mente seu nome aclamado no palco por Lombardi? Qual de nós nunca quis estar no lugar de um expectador(a) no palco com aquela "bufunfa" arretada nas mãos e na hora de fechar com chave de ouro erra tudo, perde a grana! Ai você diz no sofá de sua casa: "Eu sabia essa resposta! Se eu estivesse lá levaria essa grana toda!"

Na verdade Silvio Santos continua lá até hoje, fazendo a alegria das donas de casa e das caravanistas de Vila Nair, Capão Redondo, Grajaú, Heliópolis e outros mais. Mas também é verdade de que o "valor" da "bolsa" diminuiu um pouco. Silvio Santos anda menos generoso, trocando as notinhas de cem sorteadas de montão por notinhas de vinte, dez...tempos difíceis.

Deus é o poder maior que age sobre o homem. Depois de Deus, desconfio seriamente que nada, nem ninguém, transforma tanto o homem quanto o dinheiro.

O dinheiro pra muita gente, talvez a maioria esmagadora de nós, seres humanos, que vive debaixo desse sistema capitalista, funciona tal qual o espinafre para o Popaye, a raiva para o Hulk. Fala em dinheiro com o sujeito, o cara se transforma. Vira um leão. Topa tudo por dinheiro. Faz questão do mísero centavo. Rouba. Passa a perna nos outros. Forja. Simula. Engana. Inventa razões para tentar abonar sua conciência. Se envolve em esquema. Vende sua alma. Corrompe seu costume.

Veja você, que exemplos são milhões para ilustrar essa minha narrativa. Vou dar um. Coloque um funcionário no seu micro negócio, tomando conta do seu caixa. No seu comércio, na sua venda. Instale uma câmera focada no local de trabalho desse indivíduo. Mais dia, menos dia, com raríssimas - repito raríssimas - excessões, você flagará esse seu bondoso funcionário com carinha de anjo, metendo a mão em qualquer dez cruzeiros no caixa do seu  negócio e passando sorrateiramente para o bolso de sua calça, pra dentro do sutiã, pra covinha entre o pé e o calçado, para a cueca, para um esconderijo no armário...que espantoso meu Deus! Sim é espantoso, pois é exatamente isso que acontece.

E no que fico pensando é que o sujeito não fica mais rico com isso (uns ficam sim), mas na maioria das vezes, ele faz isso por um momento, gasta aquela porcaria com qualquer bobagem, mas começa a sentir prazer em se apropriar do dinheiro dos outros e inventa justificativas para se sentir mais confortável com seu ato: "fulano já ganha muito dinheiro já. Isso não vai fazer falta pra ele não", ou então, "meu patrão me paga pouco, eu mereço isso, porque ele não me paga o justo".

Tenho ministrado a alguns alunos de um curso de preparação de mão de obra sobre o tema: Formação Social. Neste curso falo muito sobre ética, moral, cidadania, respeito, direitos e deveres no ambiente de trabalho. E tenho notado  como a sociedade anda meio com os valores distorcidos sobre certo ou errado.

Nunca me esqueço de quando em meu primeiro emprego, um determinado gerente deixou sobre a mesa um punhado de dinheiro. Eram notas de um, cinco, dez reais e várias pratinhas. O objetivo dele era me testar. Testar minha honestidade. Avaliar minha capacidade de corrupção frente ao dinheiro. A princípio não percebi que se tratava de um teste. Mas depois de duas semanas, sabia direitinho da arapuca. Foi quando o avisei: "Fulano, recolha esse dinheiro ai porque você vai acabar perdendo e vai pensar que fui eu."

Mas este meu bom exemplo, e sei que de muitos de vocês, não se aplica a maioria, infelizmente. O dinheiro cega as pessoas. A pessoa fica sempre querendo mais e mais. Não se contenta e acaba praticando coisas imorais para botar um dinheiro a mais no bolso.

Por esse distúrbio na sociedade, quando o assunto "dinheiro" é tratado nas igrejas muitos ficam ressabiados. Desconfiados. Piadinhas como essa abaixo, começam a rolar nas redes sociais, e muitos "crentes" começam a repassar essa mensagem macabra. Outros tantos se tornam ateus. Começam a duvidar da idoneidade das pessoas.





Colocam todos como farinha no mesmo saco. No subconsciente, começam a estabelecer de que a maldade que há no seu coração é a mesma do coração do outro. Todos são corruptos. Todos se rendem ao poder do dinheiro.
 
Obviamente, sem sombra de dúvidas, muitos líderes evangélicos, para nossa desgraça, se corrompem. Deixam-se enganar. Se apropriam da oferta do altar, do voto, do dinheiro entregue a obra do Senhor. Estão errados os que praticam tais coisas. Seriamente errados.
 
Mas a reflexão que quero compartilhar com vocês é esta:
 
Será que os lideres que roubam do altar não o fazem assim como reflexo da sociedade em que vivemos?
 
Será que muitos dos que levantam o dedo para acusar líderes nas igrejas, na sua área de atuação, não estão ao seu modo corrompidos pelo dinheiro? Roubando nas empresas que trabalham? Roubando de Deus e inventando desculpas para abonar suas consciências? Cometendo pequenos delitos em caixas de patrões?
 
Não faço aqui apologia a impunidade. Tampouco estou encorajando lideres corruptos. Estou aqui traçando um paralelo que pode nos fazer refletir um pouco mais sobre nossos comportamentos que as vezes podem ser tão sujos quanto de quem as vezes está nos holofotes, na visibilidade, na evidência.
 
Tem gente que é incapaz de se apropriar de um botão que não seja seu. As vezes me acho até um pouco ingênuo, porque confio demais nas pessoas. Alguém depois me abre os olhos, ou descubro coisas sobre as pessoas que me decepcionam.
 
Não me aborreço com isso. Porque quero crer que isso seja um reflexo sobre o que há em mim, no meu interior, no meu modo de entender as coisas, e de me relacionar com os princípios de Deus.
 
E ao invés de ser um instrumento de acusação que possamos ser instrumentos de salvação. De proclamação do evangelho. Esse mundo ainda tem jeito. Sabe por quê?
 
Porque a IGREJA de Cristo ainda está aqui. Ainda estamos aqui a apregoar o arrependimento, a salvação, a redenção, que só existe através de Cristo Jesus.
 
O dinheiro tem um poder enorme. Mas o poder maior ainda pertence aquele que Vive e Reina para todo sempre sobre todas as coisas, e não existe poder do dinheiro nenhum que seja maior do que o poder transformador da palavra de Deus.
 
 
SE DEUS AINDA ACREDITA NO HOMEM. PORQUE NÃO ACREDITARÍAMOS EM NÓS MESMOS?
 
 
 
 
Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais.(Jeremias 29:11)


Por Bruno Ramos

domingo, 1 de julho de 2012

'Oniprasempre'



Ainda me lembro muito bem nas minhas mais remotas lembranças, das vezes que papai e mamãe me levavam pra igreja, isso lá nos meados da década de 80. Papai as vezes fazia uma "cadeirinha" com os braços e me "encaixava" no seu colo, com as minhas costas apoiadas na sua barriga e as pernas no ar, enquanto mamãe embalava Fernanda minha irmã mais nova, num trajeto entre a casa e a igreja, numa cidadezinha bucólica no interior do estado do Espirito Santo, onde a "linha do trem" que cortava a cidade servia como referência geográfica das coisas: "antes da linha", "depois da linha", "seguindo a linha"...

Em cidades assim, alguns elementos são exponencialmente preponderantes no lugar: a igreja católica, a linha do trem, a ponte sobre o rio, a pracinha, a escola...repare no artigo definido "a". Sim, porque embora as vezes possuam mais de uma, talvez duas, não mais do que três, esses símbolos históricos da cultura interiorana brasileira em maior ou menor grau permanecem os mesmos desde a época do Brasil Colônia nessas instâncias brasileiras.

Se você vai na serra gaúcha, no serrado brasileiro, nas montanhas do sudeste, na mata atlântica do litoral, no pantanal do centro-oeste, as cidadezinhas pequeninas permanecem quase que intocadas.

Dia desses, fui tocar em um casamento na cidade de Mimoso do Sul. Nas ruas bem asfaltadas e bordadas por casarões a moda antiga, com calçadas enfeitadas com pés de oitis, observo como se minha memória voltasse vinte e cinco anos atrás, uma dessas vendas de secos e molhados do tempo antigo...alguns senhores sentados jogando dama ou xadrez, uma placa de um refrigerante que não se fabrica mais a um quarto de século, uma bancada de madeira com um rolo de papel de pão e barbante, azulejos revestindo o interior da venda com aqueles desenhos que já não se produzem mais de figuras geométricas que se completam, bexigas de mortadela expostas esperando os clientes para serem levadas embora.

Não nego que sou um saudosista inveterado. E como músico e aprendiz de escritor que sou, sou propenso a me inundar de emoção com essas coisas mais do que as pessoas normais, rs. Então, quando me deparo com essas imagens, sou submerso num mar de lembranças boas e fico horas meditando em experiências bacanas da infância, da juventude e tudo o mais. Lembro do cheirinho de café das manhãs de sábado na casa do meu tio Almir, lembro da padaria do Seu Castor, da pracinha da cidade com uma televisão no meio, onde nas noites de domingo muita gente se reunia pra assistir a programação. Lembro-me dos cavalos deixando seus excrementos nas portas de todo mundo, como também das madrugadas em que era acordado com a folia de reis, com aqueles homens mascarados, dançando seu folclore macabro e assustador.

Lembrando-me disso tudo, também não poderia deixar de relatar minhas amáveis lembranças no seio da igreja. Lá na minha infância foi quando conheci Deus. Talvez não diferente de todos nós, mas o tanto que aprendia na escola sobre matemática ou português, era a proporção que aprendia em casa e na igreja sobre as coisas do céu.

Meu pai me ensinou a cantar, e com muita frequência lá estava eu, no púlpito com meus cinco, seis anos de idade, com um microfone na mão, cantando pra igreja, ao lado de minha irmã de três anos, com papai e seu inseparável bigode contornando sua boca com o violão na mão e mamãe com suas ombreiras e cabelo de franja, brincos de argola cantando no nosso quarteto familiar.

Passávamos horas ensaiando em casa, aprendendo as letras da canções, afinando as vozes, aprendendo a dicção correta dos "erres" e "esses" e encaixando tudo pra sair joinha na hora de cantar "lá na frente". As vezes ensaiávamos depois do culto doméstico. Outras vezes o ensaio era justamente na hora de brincar. Olha, que aflição me dava nessas horas! Ouvir a gurizada lá fora, na rua, chutando aquela bola, e eu, ali dentro, enclausurado com minha família decidindo a melhor entonação de uma determinada música. Mas a verdade é que eu sempre gostei mesmo de ensaiar e lidar com a música.

Chegando nos dias de hoje, eu cá com meus trinta anos de vida, tenho muito ainda que viver, mas também reconheço a longa jornada que me trouxe até aqui. Afinal, trinta anos não é pouca coisa.

E com minhas experiências acumuladas, minha interpretação do mundo mudou muito, drasticamente. Obviamente, tinha que mudar mesmo. Antes, eu era menino, pensava como menino. Hoje sou adulto e penso como tal. Falei sobre isso num outro texto que escrevi específicicamente sobre isso: nada como a maturidade.

Muita coisa no meu modo de pensar mudou. Mas algo permanece o mesmo desde minha infância: meu modo de me relacionar com Deus. Eu mudei, mas Ele permanece o mesmo. Mudei sim, mas o sentimento que tenho, a fé, a forma como eu o compreendo no seu trono de Glória e Majestade são os mesmos de quando me batizei em 1989. Sério.

Deus continua sendo o mesmo porque é Deus. Imutável. O mesmo Deus de ontem, que me livrou me guardou e me protegeu é o mesmo de hoje que continua a me guardar e me livrar do mal. É o mesmo Deus que responde minhas orações, não no meu tempo, mas no tempo Dele, que Ele considera apropriado me atender, porque Ele é Deus. Costumo dizer, que Deus está no mesmo lugar que sempre esteve, desde o Jardim do Édem. Nós que escolhemos nos afastar e nos aproximar Dele a nosso bel prazer.

Mas Ele continua lá. Aguardando nosso retorno sempre. Imutável.

O mesmo Deus que conheci e aprendi a amar na minha infância é o mesmo de hoje e assim será eternamente.

Não perca a oportunidade de conhecer e se relacionar com este maravilhoso Deus.


Por Bruno Ramos



segunda-feira, 25 de junho de 2012

Eu queria te dizer...





Quantas vezes você já se deparou com este momento na vida?

Esse de sentir vontade de falar algo a alguém e de repente...travar; sentir aquela agitação dentro do peito, aqueles glóbulos vermelhos ou brancos (sei lá) todos agitados, aquela queimação no estômago, secura na garganta, quentura na moleira, soador  frio no pescoço a ponto de o pombo de adão dar aquela viagem sobe-desce que costuma dar em momentos de tensão. Neste instante, você todo sem jeito, engole aquela saliva sem liga e balbucia tremendo os beiços umas duas ou três vezes...eu queria te dizer...eu, eu...eu queria te dizer...

Já quase que sei exatamente o que você está se lembrando aí. Não, não é revelação no Espirito. Nesse caso é experiência de vida mesmo.

Sei que se você for um adolescente, vai estar se lembrando agora do garoto ou garota da escola...tô mentindo? aquele pretenso namoradinho/a, aquele que quando você vê quase que levita de tanto amor (?)...estará provavelmente se lembrando da vez que quis se declarar apaixonada/o por ele/a!!! Ou se já se declarou, vai se lembrar desse momento "micante" (no sentido latim, mas no sentido de gíria também).

Se você for um jovem, leu este parágrafo introdutório ai em cima e estará se lembrando daquele momento da entrevista de emprego!! Aff! Aquele momento, com aqueles carrascos todos reunidos na sala da justiça (de entrevista! perceberam meu humor hoje não?!) te entrevistando e recolhendo informações sórdidas a seu respeito. Momento de deixar muita gente tensa com travamento de fala crônico.

Se você é um/a jovem adulto, tímido/a talvez, estará neste instante se lembrando do casamento no altar. Aquele momento embaraçoso (romântico) em que depois de ficar entre meia hora e uma hora e meia (depende do pastor) na frente do pastor tem que declarar-se para sua esposa/marido seus laços matrimoniais com aquela multidão de parentes, amigos, conhecidos e penetras observando. Correto? Não é um dos clássicos momentos em que o "eu queria te dizer..." símbolo máximo do travamento da fala entra em ação? Talvez você tenha passado por isso...

Quer criança ou idoso, todos nós passamos por situações desagradáveis sobre falar algo desconfortável, tenso ou vexatório com alguém.

A timidez ou a vergonha é algo que acomete quem se sente constrangido frete a expressar o que pensa a um grupo de pessoas, a uma única ou ao público em geral.

Jesus certa feita conversando com seus discípulos disse assim:

"Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos." Lucas 9:26



Não precisamos de uma análise teológica ou um estudo morfológico do grego antigo para atestar o que Jesus quer dizer, para os seus discípulos da época e seus discípulos de hoje: nós.

Muitas pessoas estão indo as nossas igrejas evangélicas hoje em dia. Templos cheios, estudos estatísticos afirmando o crescimento dos evangélicos, muita gente nos eventos 'gospel', cantando hinos, canções e músicas 'de Deus'.

Mas a verdade é que muitas, muitas dessas pessoas, muitos de nós, estamos vivendo um evangelho de superficialidade. De 'descomprometimento'. Pessoas que são verdadeiros camaleões da religião. Quando estão na igreja cantam e glorificam, quando estão na roda dos escarnecedores, não perdem a oportunidade de falar bobagens, em casa então nem se fala.

E quando são perguntadas: você é evangélico? a resposta sai mais ou menos assim: é, eu tô indo na igreja tal, mas não me batizei não. Só tô indo visitar.

Triste constatação. É assim mesmo.

Sentir vergonha de dizer "eu sou crente" ou "eu sou evangélico" é algo extremamente comum. Se apostar não fosse pecado, apostaria agora com você de que você conhece alguém que faz isso (disfarça ai, se você também faz).

Mas o pior não nem é o "dizer".

Quando se tem testemunho, exemplo, santidade, não se precisa "dizer" sua fé. Suas atitudes falarão por você. E por isso, não rola aquela vergoinha básica em dizer "sou servo do Deus Altíssimo", porque antes de precisar dizer, todos já saberão. É simples assim.

Quando olhamos uma árvore, a primeira coisa que vemos são os frutos. As folhas, o tronco e os galhos, estão sempre lá...mas os frutos, o grande diferencial, quando observamos sentimos logo a  diferença;

Você que é cristão, de qualquer denominação que seja, sinta orgulho em poder declarar com seus próprios lábios: EU SOU DE JESUS!

Essa é a melhor confissão que existe!

Em Cristo,

Bruno Ramos

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Oração

Senhor, tenha misericórdia de mim porque pequei.
Quero andar nos teus retos caminhos e buscar a tua santidade hoje e sempre.
Sua Presença me constrange, Teu olhar me enche de temor.

Reconheço hoje e sempre tua grandeza em minha vida. Desde minha tenra idade, tenho aprendido a te servir, e hoje, pretendo te servir mais e mais, porque o teu serviço brotou em mim e alegra meu coração.

Me perdoe ainda porque não consigo fazer o mínimo do que deveria por ti Senhor,
Mas quero que saiba que tenho prazer em te adorar.

Plante em mim a tua natureza. Almejo ser seu todos os dias. Põe em mim o teu semblante, assim como fez a Moisés. Me leve para o centro da tua vontade.

Nem todas as árvores juntas reunidas, conseguem expressar o quão grande é o Senhor. Nem todas as estrelas do universo, nem mesmo todos os montes que tocam os céus, conseguem testificar sua magnificência.

Louvado seja o Senhor hoje e sempre.


Por Bruno Ramos

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Amanhã eu faço

Karl Marx acredita no trabalho.

A Bíblia é um livro absolutamente inenarrável. O poder de sua sabedoria inspirada por Deus é de fazer qualquer um aceitar Jesus.

Se uma pessoa, por si só, resolver ler a Bíblia com o ânimo receptivo e com interesse em meditar em suas escrituras é impossível que a fé não brote, que o espirito não se comova, que o coração não encontre abrigo, que a alma não se deleite com sua mensagem impactante.

Andei ai, no período da faculdade, e logo depois dela, lendo de menos a Bíblia. Nunca deixei de lê-la. Mas por certo nessa época deixei de meditar nela.

Logo depois da passagem dessa fase tosca, lendo mais David Ricardo, Adam Smith, Sun Tzu, Maquiavel, Karl Marx e cia do que Moisés, Samuel, Davi, Jeremias, Isaias, Mateus, João, Paulo e cia, retomei minha devocional e tenho procurado me disciplinar em minha reflexão diária na palavra de Deus.

Um dos meios que busquei pra isso foi exatamente escrever este blog. Não são poucas as vezes que me sinto ministrado estudando a palavra de Deus. Algumas vezes choro escrevendo textos aqui, meditando na palavra. É um momento particular meu com o Pai, e de quebra, as vezes meus textos servem para abençoar vidas, quiçá, você mesmo lendo agora. A primeira vez, escrevendo aqui, que senti uma cobertura especial da parte de Deus foi quando estava escrevendo este texto (link) Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens. Senti Deus falando comigo e uma unção toda especial. De lá pra cá, foram várias outras vezes, neste curto espaço de tempo.

Outra forma também foi me envolvendo mais nas atividades da minha igreja. Isso é bom, salutar e te disciplina a não só ler a palavra, mas a promover a comunhão, o relacionamento, o amor ao próximo e a vida ministerial. Já desde que me entendo por gente atuo no louvor da igreja, lidero um dos ministérios, mas quando estamos inteiramente engajados com o propósito, nos policiamos mais. E a recompensa vem: paz de espirito, confiança em Deus, firmeza de convicção quanto a fé, salvação e sobre a obra de Deus.

Quanto mais se medita na palavra, mais encontramos respostas pra questões da vida que as vezes achamos que não há respostas. Sempre, em tudo, pra tudo, há uma resposta bíblica pra nossos assuntos humanos, desde os mais banais, aos mais complexos, a Bíblia revela, mostra, figura, relata, nos ensina e nos pauta.

Quando pensamos que estamos no fundo do poço e perguntamos a Deus "por quê?" é só pegar o livro de Jó e dar uma lida. Te garanto que fora um sofrimento difícil de ser vivido. Quando achamos que temos escolhas difíceis a fazer é só dar um confere na história de Abraão e o sacrifício do seu filho Isaque. E escolher obedecer a Deus é sempre a melhor opção mas requer renúncia e sacrifícios. Na Bíblia também encontramos ensinamentos sobre pais e filhos, mulheres sábias, homens humildes, trabalhadores, dedicados, guerreiros, crianças abençoadas. Enfim, não dá pra querer resumir a Bíblia toda num só parágrafo.

De todos os livros da Bíblia que contém ensinamentos, um pra mim se destaca entre os livros poéticos e sapienciais do Antigo Testamento: Provérbios. Veja, não o chamo de melhor ou pior, não se trata disso. Apenas compreendo um valor altamente concentrado de orientações para a vida.

Escrito por Salomão trata-se de uma compilação de ensinamentos úteis para o dia-a-dia, de pessoas como eu e você que precisam o tempo todo se orientar sobre como agir, como entender o mundo ao nosso redor, como alcançar a sabedoria. Como proceder de maneira reta, justa, com respeito ao próximo e a si mesmo.

Salomão escreve "rasgado". Fala direto e reto sobre o tema. Toca no ponto, sem rodeios, as vezes poeticamente, mas sem rodeios, explana muito bem as percepções humanas sobre o mundo em que vivemos, sob a ótica de um servo de Deus.

Hoje, lendo a Bíblia, me deparo com este verso:

"Não ames o sono, para que não empobreças; abre os teus olhos, e te fartarás de pão." Provérbios 20:13

Fiquei alguns minutos lendo e relendo. Lia de novo. Pensava algumas coisas sobre isso. Alguns cidadãos que eu conheço na memória....a cara larga de um gordo na cama até as onze da manhã...esse mesmo gordo, cheio de contas pra pagar...depois de alguns minutos e soltei um sonoro: "Rá!!! Eu já sabia!!!!"




Queridos irmãos:


Não há nada pior na vida do que um maldito homem preguiçoso! Ele pode ser lambão, atrapalhado, desengonçado, nervoso, estourado...o que for! Tem jeito! Se acerta!

Mas o tal do homem preguiçoso, que vive relações maritais com a fronha e o lençol, pronto a esquivar-se do serviço, praticando quase que freneticamente a lei do menor esforço, merece antes de uma libertação espiritual, uma coça bem dada com vara de gurungumba. 

Em Provérbios existem muitas e muitas passagens com relação a este tema. Acho que Salomão deveria ter o mesmo repúdio que eu tenho quanto a preguiça;

Infelizmente é verdade que nosso país está infestado de preguiçosos. Pessoas que querem viver às custas das outras. Estou cansado - CANSADO - de presenciar trabalhadores que entram em empregos com carteira assinada, não se importam com o valor do salário, (estão se lixando pra isso, porque tem pouco estudo mesmo, então tanto faz) ficam o tempo que a lei garante o tal do seguro desemprego, e depois ficam lá, as custas do governo, as custas dos contribuintes, usufruindo de tudo de bom que a ociosidade pode oferecer. 

Não querem compromisso com nada. Nem com a própria família. Nem consigo mesmo.

Num estágio "menos grave" da preguiça, temos os que "fingem" trabalhar, mas só fazem o mínimo possível...passam o tempo todo com a casa gotejando na cabeça durante 20 anos da vida, e não estão nem ai, se a água está escorrendo pra cima ou pra baixo.

Eu poderia ficar uma vida inteira aqui citando mal exemplos de gente preguiçosa. Mas tenho mais o que fazer e sei que você também.

O que precisamos refletir juntos, hoje e sempre é sobre qual nossa real relação com a cama! Sério, não é brincadeira não. Sérias e árduas consequências há na vida de um preguiçoso, a mais grave delas é a não-salvação e a mais branda é a não obtenção de êxito na vida material.

Que possamos nos auto-avaliar quanto a nossa postura no mercado de trabalho, em nossa casa, na nossa família, na igreja, na comunidade.

Não vejo nenhum outro tipo de meio de alcançar algo na vida a não ser através do esforço. Costumo dizer que até o ladrão pra roubar fica ali, a pensar, matutar, bolar um plano maléfico para alcançar seu objetivo maldoso. A prova disso é o adversário de nossas almas: está o tempo todo, 24 horas, monitorando, nos vigiando, buscando ocasião contra nós.

Que possamos refletir e sair fora dessa enquanto há tempo. 

Em Cristo,

Bruno Ramos

Felicidade se faz com música

Olá a todos!

Enfim, resolvi de vez expor minhas escritas. Sempre quis escrever, apresentar um pouco as idéias que estão sempre enclausuradas na minha mente, sem ter como escapar. Espero que gostem de tudo o que eu carinhosamente estou apresentando ai. E, se por um caso, precisares de uma banda pra tocar no seu casamento, na sua festa, no seu evento...estamos ai, fácil falar comigo. Abraços.

Abraço a todos.

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