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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

O Carpinteiro



Quando se fala em Jesus, naturalmente e obviamente nos vem a mente o Filho de Deus, o homem Santo, o Profeta, o Salvador, que arrebanhava multidões em suas pregações, curava uma porção de enfermos, expulsava múltiplas dezenas de demônios. O Filho de Deus que se fez homem, o Verbo que se tornou carne e habitou entre nós, o enviado pelo Pai para salvar os homens.

De fato, esta é a parte que nos interessa, o assunto que nos diz respeito sobre a pessoa de Jesus, homem e Deus. Sendo assim, os evangelhos narram contudentemente a missão de Jesus, sua jornada na anunciação do plano da salvação e trata muito pouco sobre a vida laboral, a vida familiar, a vida íntima do Emanuel.

A Biblia relata lá em Lucas 3:23 que Jesus de fato inicia sua jornada evangelística com cerca de 30 anos de idade. A partir de então, os discípulos, os seguidores que estão sempre próximos a ele tomaram registro dos fatos que se sucederam até o cumprimento de sua passagem aqui na terra.

No entanto, a Biblia nos permite saber algumas coisas da peculiaridade de Jesus. São pistas, rápidas menções, insinuações que revelam um pouco do perfil do Cristo. Os relatos bíblicos nos dizem por exemplo que o menino Jesus foi ao templo e assentou-se entre os doutores ouvindo-os e interrogando-os, revelando-nos que Jesus era desde criança um garoto intrépido e sábio. Na mesma passagem fica claro de que Jesus possuia uma mãe cuidadora que o educava, ensinava e o protegia.


"E o menino crescia e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de DEUS estava sobre ele." Lc 2:40
 
E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
Lucas 2:40
E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
Lucas 2:40
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
Lucas 2:52
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
Lucas 2:52
E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens.
Lucas 2:52
E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
Lucas 2:40
E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
Lucas 2:4
Dentre as coisas que sabemos através das escrituras sobre a juventude de Jesus, nos é permitido compreender de que Jesus seguiu os passos da profissão do pai José e trabalhava como carpinteiro.

Se era carpinteiro, podemos concluir que o mestre contruia móveis, artefatos de madeira, talvez arados para bois, casas, quem sabe telhados ou talvez esculturas...não sabemos ao certo. Estudiosos vivem a analisar os fatos históricos também pra descobrirem melhor sobre isso. Mas a questão é que, enquanto carpinteiro, Jesus talhava madeira.

Como a Biblia mesmo revela que Jesus era "cheio de sabedoria" dá pra dizer que se era carpinteiro, era um dos melhores. Tanto que lá em Marcos 6, depois ainda que Jesus já desenvolvia o seu ministério é reconhecido por seus compatriotas: "não é este o carpinteiro, filho de Maria..."

Era comum na época as pessoas serem tratadas por suas profissões: O Pescador, O Coletor de Impostos, O Centurião, O Médico, O Carpinteiro...

Então, chego ao ponto que quero chegar: Jesus não era um desocupado, um desempregado, um homem sem dignidade. Ele tinha profissão, tinha o que fazer, tinha a quem cuidar. Não foi um "monge" separado de tudo e de todos, guardado a sete chaves, enclausurado em um dormitório de templo qualquer, esperando a hora certa de se apresentar ao mundo. Ele viveu e conviveu com o mundo, ensinou e aprendeu, se fez homem de verdade, cumpriu o que Deus disse lá no jardim do Éden para o primeiro homem caído: "do suor do rosto comerá o seu pão". Jesus não deu trela pro diabo de o acusar de desocupado.

Imagine a fala do diabo: "mas também pudera né, Senhor! Todos os dias os anjos vem te servir o café, almoço, janta...o Senhor não tem preocupação com nada, não tem que trabalhar pra comer, pra pagar as contas...desse jeito é fácil não pecar."

 Posso até ousar em dizer que sem profissão Jesus não teria vivido plenamente como um homem. Deus pensou em tudo, Jesus cumpriu tudo!

 Jesus se fez um homem digno. Trabalhador. Carpinteiro. Profissional.

*******************

Toda essa reflexão que compartilho com você agora, me ocorreu ao ouvir uma composição de um amigo chamado Rafael Porto. Ele de forma poética e com uma habilidade letrista singular, expressa a missão do Cristo sob a ótica de sua profissão.

CARPINTEIRO

Olha, Eu vim de Lá pra te mostrar porque nasci
Olha, Eu vim pregar, bater, serrar e esculpir
Peças que um dia vi nascer, árvores que Eu fiz florescer

Vim humilde para a todos poder ensinar
Que importante é praticar o amor sem hesitar.
Desta vida nada vais levar, guarde o coração pra se salvar.

Mesmo sendo Rei me fiz plebeu pra te alcançar,
Humilhado e traído fui sem protestar.
Pendurado estive numa cruz. Rei dos Reis, Senhor, Cristo Jesus.

Pra te salvar, minha vida entreguei.
Pra te curar, tuas dores eu levei
Pra te limpar, teus pecados perdei
Pra te levar pro meu Reino eterno


Me dá arrepios sensitivos quando imagino que Jesus conhecia desde a fundação do mundo, quanto Deus, cada árvore que manuseou. É de uma revelação grandiosa imaginar que o Criador do mundo, Rei dos Reis se prestou a uma morte de cruz, destino de malfeitores, para se fazer Redentor de nossos pecados. Ele não precisaria disso, poderia sugerir outra saída ao Pai. Mas optou por viver como homem pra provar que seria possível servir a Deus mesmo com "todas as aflições do mundo."

Ele se tornou homem. Se tornou carpinteiro. Com a experiência de criar junto ao Pai o mundo, criar móveis foi uma tarefa que ele tirou de letra. Com a experiência de talhar madeira, foi fácil entalhar os nosso corações.

Quero parabenizar o Rafael Porto por prestar seu talento nato ao serviço do Reino de Deus e propiciar a nós todos uma reflexão tão contundente apresentada em forma de uma brilhante e abençoada poesia cantada.

Para conhecer mais o trabalho de Rafael Porto é só ir "lá": http://musica.rafaelporto.com/

Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? e não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
Marcos 6:3

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Alvin Slaughter- Holy Holy Holy

Ouça essa canção até o final e me diga se você gostaria ou não de estar num coral desses.


sábado, 10 de novembro de 2012

Lutar para vencer



Acabo de assistir a um filme imensamente intrigante, empolgante e porque não dramático sobre a vida de conquistas e vitórias de um cavalo único na história, recordista mundial do "tríplice coroado do turfe norte americano". O cavalo chamado Secretariart apelidado de Big Red, ganhou as três principais corridas  Kentucky Derby, venceu o Preakness Stakes e o Belmont Stakes dos EUA e ainda por cima com uma marca recorde até hoje imbatível, isso, em 1973. Além do cavalo a história verídica "bibliografada" fala da dona do cavalo, do tratador, do treinador e do jóquei. O filme, um relato da vida real, conta a história eletrizante desses campeões.

Pensando no filme, me ocorre que na minha vida nunca estive muito envolvido em competições. Nunca fui um atleta, afeiçoado aos esportes, obstinado competidor. Eu até tinha uma medalinha de segundo lugar de um time de basquete na quarta série. Mas me recordo de que nem na final eu joguei e ainda lembro da minha cara molhada de chuva a beira da quadra, esperando uma oportunidade para entrar no time, o que não aconteceu.

Como nunca fui um jogador por natureza - melhor dizendo, nunca fui um bom jogador por natureza - desenvolvi uma estratégia: eu era o dono da bola! O cara que batia o par ou impar para escolher o time! O cara que articulava todo mundo, providenciava os coletes pra galera, tomava frente da situação. Sendo assim, eu sempre jogava. Caso contrário, quando não estava a frente da "pelada" fatalmente minha sina era o banco de reservas, ou a famosa "cerca" apanhando as bolas chutadas ao longe, servindo de gandula.

Mas como Deus é Pai e nunca deixa um justo desamparado minha falta de jeito para o esporte foi compensada com outras habilidades e não foram raras as vezes que fui elogiado pelo meu desempenho com as notas da escola, com as minhas redações, com minha capacidade incontestável de jogar War e demais jogos de tabuleiro, e, finalmente, minha capacidade de tocar instrumentos musicais e compor canções.

Rapaz, era uma festa! Como hoje sou casado, não posso ficar me vangloriando de certas coisas, no entanto, tocar um violãozinho desde moleque me abriram certas portas, me deram algumas oportunidades na vida sabe!?! Quando resolvi obstinadamente aprender a tocar saxofone então...!! Eram fogos de artifício. 

......

Não sei o por quê, mas acabei desenvolvendo uma personalidade um pouco cautelosa quando o assunto é  competir. Hoje quase posso entender que talvez minha falta de jeito esportivo me intimidou um pouco. E isso refletiu em outras áreas da minha vida. Resumindo: só entro numa parada se for para vencer. Se vejo que não tenho muita condição de chegar lá, realmente não gasto energias.

Veja você: não estou aqui contando vantagem de nada obviamente tenho minhas falhas, erros e tal. Mas sou do tipo que não faz uma prova de concurso por fazer, não gosto de assumir um compromisso por assumir, não me apresento para uma tarefa que não tenho habilidade ou capacidade de fazer....entende o que eu digo?

Quando estou fazendo algo, busco fazer o melhor e me empenho de todas as formas para realizar isso.

Não sou palestrante motivacional, daqueles que são pagos para palestras sobre estratégia de vendas: "esteja motivado", "você pode", "você é capaz"...mas eu bem que poderia ser. Eu convivo diariamente comigo mesmo me "atacando" ou me "defendendo" com essas questões. Estou sempre me cobrando sobre fazer o melhor, estou sempre incomodado quando sei que as coisas não estão do meu jeitinho perfeccionista.

Olha, não sei se esse meu jeito é bom ou ruim, ou se é um jeito melhor ou pior de viver a vida. Mas também não sei viver de outra forma e se eu for te dizer baseado no que sei, esse jeito tem me ajudado esses anos todos em minhas conquistas.

Não sou um cara afeiçoado a autopiedade, não me sinto inferior (nem superior) a ninguém, não tenho receio de tomar atitudes que podem ser consideradas de risco, obviamente, como eu disse antes, quando também decido que tenho grandes chances de acertar.

Você pode até questionar o que vou dizer agora, mas acho que existem duas razões para eu ser assim:

Primeiro - Meu pai me disse uma vez na minha infância e eu jamais esquecerei dessa fala: "Meu filho, seja sempre o primeiro. Busque sempre a vitória."

Segundo - Creio piamente que sirvo ao Deus de verdade. Não enxergo de outra forma. Creio que Deus me conduz, que ando debaixo de suas poderosas mãos, e sei que onde quer que eu esteja, buscando fazer a sua vontade, sempre estarei onde Ele quer.

Muito se fala da grandeza, da vida vitoriosa de Davi. Fala-se muito das conquistas, dos embates com Saul, principalmente, da vitória contra o gigante. Mas existe uma fala do próprio Deus que é tão sublime que não consigo nem imaginar a gloriosa revelação de Deus ao profeta Samuel, quando o mesmo estava na casa de Jessé para ungir o novo rei de Israel:

E sucedeu que, entrando eles, viu a Eliabe, e disse: Certamente está perante o SENHOR o seu ungido.
Porém o SENHOR disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o SENHOR não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração
1 Samuel 16:6-7

Meu amigo, quando o sujeito tem um coração vencedor, um espírito obstinado, não há estatura, classe social, "oportunidades" que impeçam a conquista do sujeito. Em todas as áreas: material, espiritual, sentimental.

Com isso quero te dizer que não se deixe levar pelas intempéries da vida. Os altos e baixos vem pra todos, inclusive para os vencedores. A diferença se dará em como você enfrentará suas próprias lutas.

Lembrando sempre: Deus está contigo!

Por Bruno Ramos


domingo, 4 de novembro de 2012

Não deixe de cantar

Por esses dias ando meio retrô. É verdade...estou lá parado, trabalhando, dirigindo, pensando e pimba! Me vem uma música velha na cabeça! rsrsrsrs

Como vocês sabem adoro falar do passado, contar um pouco da minha história....sou um saudosista inveterado.

Mas surpreendentemente esta música abaixo me veio hoje e pensei: vou postar pra galera! É uma mensagem   que não se compõe mais hoje em dia (com raríssimas excessões), e pra época, 1984, trata-se de um arranjo muito bem moderninho e bem produzio de Ozéias de Paula.

Dá um confere ai!


sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Carta aos vivos





Se você está lendo isso, parabéns você está vivo!

E se você está vivo é porque nunca conheceu a morte. Aliás, poucos, pouquíssimos de nós seres viventes aqui da terra, um percentual quase desprezível, conheceu a morte e voltou para contar.

Estar vivo nos abre uma grade quase infinita de possibilidades. Estar vivo significa viver, sentir, tocar, fazer, respirar, compartilhar, muitas vezes andar, com certeza pulsar. Às vezes nos acostumamos a viver uma vidinha “marromeno” e esquecemos-nos de o quanto viver pode ser bom, vigorante e esplêndido. A gente se acomoda num vai-e-vem monótono, sem vida, sem sal e se entrega a miséria da mesmice, da acomodação e da falta de coragem para viver.

Qual de nós quando era criança, ou mesmo hoje, nunca perguntou ou foi perguntado: “se você fosse um bicho, que bicho seria?” – essa é clássica. Uns respondiam que queriam ser águias para voar, outros peixes para nadar, outros minhocas para andarem debaixo da terra...

Então eu pergunto: “se você estivesse vivo, o que viveria?”.

Sério. É muito comum a nós humanos, esquecermos que podemos “viver” ao invés de apenas “sobreviver” como os bichos fazem. Temos opções e escolhas. Podemos e devemos “viver” ao invés de apenas “existir”. Tem gente tão acostumada ao trivial que sequer cogita a possibilidade de existir vida além do quarteirão, além dos 20 anos de empresa, além dos mórbidos cômodos de paredes cinza-escuras, testemunhas das discussões domésticas de todos os dias.

Viver é mais do que isso.

Então, o que seria viver?

A Biblia, como sempre tem a resposta. Entre vários textos sobre o assunto, gosto muito do que diz Eclesiastes 9:

Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe com coração contente o teu vinho, pois já Deus se agrada das tuas obras.
Em todo o tempo sejam alvas as tuas roupas, e nunca falte o óleo sobre a tua cabeça.
Goza a vida com a mulher que amas, todos os dias da tua vida vã, os quais Deus te deu debaixo do sol, todos os dias da tua vaidade; porque esta é a tua porção nesta vida, e no teu trabalho, que tu fizeste debaixo do sol.
Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.
Eclesiastes 9:7-10

Palavras-chave deste texto: ALEGRIA, OBRAS, ÓLEO SOBRE A CABEÇA, FAZE-O CONFORME TUAS FORÇAS.

E o fechamento de ouro: porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.”

......................................

Tem gente que não tem coragem de abrir um trabalho comunitário e trabalhar como voluntário para ajudar ninguém. Outros, vivem infelizes e desgostosos em seus empregos mas não tem coragem de enviar um currículo para outra empresa, com medo de perder o emprego, de trocar o “certo” pelo “duvidoso”. Pessoas que “existem” infelizes no que fazem e como vivem, com medo de se aventurar, sem coragem para correr atrás, tanto em sua vida material quanto espiritual. Se perturbam com o fracasso, com a possibilidade do insucesso e ficam como zumbis, sem objetivos, metas, alvos, significado. Pessoas que passam um dia após o outro prostradas em sua falta de vida, sem iniciativa sem esboçar reação frente ao nada que vivem. Não enxergam alegria no que Deus dá, não dão valor às pessoas ao redor e a si próprias no que podem ser úteis.

Pessoas que se morrerem não deixarão sua marca neste mundo.

Hoje, é comemorado pelos católicos o dia de finados. Como de praxe todos os anos, já consigo imaginar aquela montoeira de gente fazendo procissão sobre lápides e túmulos, chorando aos montes, levando flores para pais, maridos, filhos, filhas, avó, tios....muitos passando anos sem se falarem por um ato do ente falecido, ai, em meio ao fúnebre começam a lamuriar com os olhos marejados num monólogo solitário ao vento: “por quê? Por quê aquele dia você fez aquilo assim, assim, assado que me magoou?”. Ai eu pergunto: “Por que esse miserável não se reconciliou enquanto o outro estava vivo?” “O que adianta agora procurar o túmulo do outro para prantear a reconciliação?”

Isso de nada vale. Temos a oportunidade de fazermos tudo, vivermos tudo enquanto estamos em vida, enquanto respiramos.

O segredo da vida é deixarmos nossa marca. Marcarmos com nossa relevância, realizarmos, construirmos, influenciarmos. Fazer a diferença. Devemos amar ao próximo, proclamar a paz de Cristo, valorizar as pessoas que amamos. Depois de morto não há mais como fazer isso, nem por nós, nem por ninguém mais.

Em outubro de 1994 minha avó, uma das pessoas que eu mais amei na vida veio a falecer, na época eu tinha 12 anos de idade. Com certeza, foi um acontecimento doído, doloroso e que me marcou profundamente. No entanto, jamais vou me esquecer do dia pouco antes da sua morte, em que andávamos pelas calçadas mal-acabadas e estreitas da rua Samuel Levy em que ela segurando minha mão me disse, vestida com sua blusa de lã preta, rosa e branca:
- Meu filho, um dia vovó vai morrer, não vai estar mais aqui.
Eu retruquei:
- O que é isso vó! Vira essa boca pra lá, nem quero pensar nisso.
E ela completou:
- Você querendo ou não um dia vovó vai morrer e quando isso acontecer não quero que você chore no caixão, não quero que fique triste porque vovó vai pro céu e não vai ter motivo pra você ficar triste.

Na época não entendi, mas concordei. Hoje sei exatamente que tudo o de bom, os sorrisos, os abraços, os beijos e o aconchego já foram vividos com ela. Não há o que entristecer. Nosso encontro já está marcado e acontecerá no céu.

Felicidade se faz com música

Olá a todos!

Enfim, resolvi de vez expor minhas escritas. Sempre quis escrever, apresentar um pouco as idéias que estão sempre enclausuradas na minha mente, sem ter como escapar. Espero que gostem de tudo o que eu carinhosamente estou apresentando ai. E, se por um caso, precisares de uma banda pra tocar no seu casamento, na sua festa, no seu evento...estamos ai, fácil falar comigo. Abraços.

Abraço a todos.

brunodearamos@gmail.com
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