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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

SOBRE TRAIÇÃO E INGRATIDÃO


Dizem por ai, em multidões de posts, scraps, e em resultados de pesquisas "googlenianas" que Bob Marley é autor da seguinte frase:

"Talvez as pessoas não me decepcionam. Talvez o problema seja eu, que espero muito delas."

Se ele é autor mesmo, não sei. Mas sei que esta frase revela uma verdade muito grande. Se você fizer um exercício reflexivo de alguns minutos chegará a conclusão de que a maioria das pessoas que algum dia te desapontaram foram pessoas de sua mais alta confiança e lealdade. 

Aliás, é impossível se decepcionar com alguém de que não se espera nada.

Mas cá pra nós: Será mesmo que tudo o que rotulamos de traição realmente é traição? Será que as vezes não confundimos nossa própria mágoa, nosso ressentimento, nossas frustrações com algo que esperamos ou esperávamos da parte de outra pessoa?

Existe uma linha muito tênue que separa certas lógicas sobre o que de fato é traição. São diversos fatores envolvidos na construção de algo que podemos chamar de TRAIÇÃO. Vale lembrar de que no julgamento da traição, há sempre o individuo que se denomina o traído e o que é rotulado como o traidor. E no cenário de um acontecimento rotulado de "trairagem" a opinião quase sempre que se prevalece é a do traído.

Bom, resolvi escrever sobre isso porque agora a pouco cai na mesma arapuca que começo a tentar desmontar agora: um funcionário acabou de pedir suas contas para ir embora e não trabalhar mais conosco, justamente quando a temporada de trabalho aumenta e precisamos ainda mais dos seus serviços. A primeira sentença que me veio a cabeça foi chamá-lo mentalmente de "ingrato" e "traidor". Pensei:"quando ele estava desempregado, sem serviço, sem renda, desacreditado no mercado de trabalho, fomos o único lugar que o acolheu e lhe deu trabalho. Agora, que o inverno está indo embora e o trabalho realmente começa ele vai nos deixar na mão.

Posso achar que tenho todos os motivos e razões do mundo para pensar assim.

Mas o fato é que este funcionário é um homem, um ser humano.Vive num país democrático de leis trabalhistas vigentes, e é livre para seguir pra onde quiser. Afinal, enquanto esteve aqui conosco, recebeu seu salário mas trabalhou. Ninguém fez favor a ninguém. Ele serviu a este patrão a este negócio enquanto mantivemos o combinado legal de lhe assalariar em troca dos seus serviços. É verdade, que lhe ensinamos muito e agora ele vai embora levando toda uma bagagem de conhecimento adquirido que aprendeu nesta empresa. Mas nós não o ensinamos porque fomos bonzinhos ou filantropos! Nós o ENSINAMOS e o CAPACITAMOS porque a nós nos convinha que ele aprendesse a execução do serviço. O ensinamos para que ele nos atendesse melhor.

Querer ir embora não o torna um traidor.

Portanto, ele pediu para ir embora e tem o direito de ir. Como ele ainda servia pra nós, ficamos nos sentindo traídos! Mas ai que vem o contraponto! Se por outro lado, este mesmo funcionário não estivesse atendendo as nossas necessidades laborais, quem o mandaria embora seríamos nós!! Nós eé que meteríamos o "pé-na-bunda", dando-lhe o direito de construir em sua mente de que nós que seríamos os ingratos e traidores por abandoná-lo ao léu, desempregado, como diz a música: "caminhando contra o vento sem lenço e sem documento!"

A verdade é que caminhando nesta vida, hora ou outra, fatalmente vamos decepcionar alguém. Vamos nos decepcionar com as pessoas também. As vezes, os interesses não convergem. O modo de pensar, a maneira de agir, a maneira de entender as coisas...

No meio cristão estamos vivendo uma avalanche atualmente de pessoas que estão se decepcionando com igrejas, com pastores, com lideres...algumas, machucadas, saem de igrejas e vão para outras, carregando no coração certas mágoas, cicatrizes, deixando mágoas e cicatrizes igualmente de onde partiram. Outras pessoas, magoadas e feridas abandonam os apriscos e vão para o mundão afora, para longe do aprisco, para longe da presença de Deus, por conta de traições e ingratidões que acharam que sofreram.

Mas a verdade é que quando paramos, a luz da Biblia, refletimos e nos convencemos de que o tema principal da pregação de Jesus Cristo é o amor, então rompemos com este sentimento rude de inflamarmos nossos frágeis "egos" nos tornamos compassivos, longânimos e benignos como Jesus Cristo nos ensinou que fôssemos. Seremos mais tolerantes com a fraqueza do próximo, teremos mais coragem de pedir perdão e de perdoar, compreenderemos que a falha do outro é tão latente quanto as nossas e por fim, vamos viver em paz e viver melhor.

Não é atoa que Paulo diz:

"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta." - 1 Coríntios 13:4-7


E o escritor aos Hebreus nos lembra:

"Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.E assim com confiança ousemos dizer: O Senhor é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem." - Hebreus 13:5-6

Por Bruno Ramos

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Jesus, o homem da Cruz




E naquele dia, o barulho das alparcas batendo na sola dos pés daquele homem caminhando em direção ao lugar da Caveira, levantando poeira e bagunçando a terra solta do chão batido, ensurdeceu-se com a algazarra das vozes gritando "crucifica-o".
Entre atropelos na vozearia de gente escolheram dizer juntos: "O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos."
Enquanto isso, a passos trôpegos, o homem que um dia chamaram desde rei dos judeus a possesso por demônios, continuava sua jornada escrita antes do Éden, subindo a ruela do Gólgota, não de mãos abanando acenando pra qualquer um dos seus admiradores ocultos engolidos pela multidão, mas tocado a base do chicote, carregando na cacunda a madeira, não para fazer mais uma mesa ou cadeira, mas para ser pendurado no alto do morro.
Lhe fizeram uma coroa de espinhos e a puseram em sua cabeça. Lhe amarram uma cana nas mãos e zombaram dele como se rissem de um bufão. Arrancaram-lhe as vestes e cuspiram em seu rosto. Serviram-lhe vinho com fel. Cortaram-no com lança. Deitaram sorte sobre os bocados do seu vestido. Condenado como bandido, o homem que usara suas mãos para enlamear de cuspido os olhos de cegos, agora, com as palmas das mãos abertas, ostentava cravos que o perfuravam para sustentá-lo no alto da cena. Para servir de escárnio e deboche.
O esperado aconteceu. Mais hora menos horas o homem faleceu. Quem quis ouvir ouviu ele chamar Elias. Num desespero de dor, o homem até lamentou o descuido de Deus em não olhar para aquele momento tão sofredor. Quem quis ouvir, ouviu mais ainda quando o homem entregou seu espirito ao Pai. Morreu. Morreu morte de cruz.
Ali, cravado no madeiro, o filho de carpinteiro nascido em Belém, criado no Egito e crescido em Nazaré, morreu o Autor da Vida. Sem que seus assassinos soubessem, sua morte acabou gerando vida. A vida, a vida eterna que pra muitos estava morta ganhou vida. O caminho outrora perdido foi de novo encontrado. Tudo por causa da morte de cruz do homem chamado Jesus.
Bruno Ramos
Isaías: 53. 4. "Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 6. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós. 7. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a boca; como um cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a boca. 8. Pela opressão e pelo juízo foi arrebatado; e quem dentre os da sua geração considerou que ele fora cortado da terra dos viventes, ferido por causa da transgressão do meu povo? 9. E deram-lhe a sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte, embora nunca tivesse cometido injustiça, nem houvesse engano na sua boca. 10. Todavia, foi da vontade do Senhor esmagá-lo, fazendo-o enfermar; quando ele se puser como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias, e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos. 11. Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo justo justificará a muitos, e as iniqüidades deles levará sobre si. 12. Pelo que lhe darei o seu quinhão com os grandes, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma até a morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu."

quarta-feira, 30 de julho de 2014

O poder das cartas


Tudo bem. O título que eu escolhi acima soou meio "exotérico". Mas não irei "pregar" nenhuma heresia aqui nem exaltar coisas que não são de Deus. Muitíssimo pelo contrário, venho falar de uma passagem que me chamou a atenção nesta manhã, o capítulo de número 10 da segunda carta aos Coríntios, que resumo nos seguintes versículos:


"Para que não pareça como se quisera intimidar-vos por cartas.
Porque as suas cartas, dizem, são graves e fortes, mas a presença do corpo é fraca, e a palavra desprezível." - 2 Coríntios 10:9-10


O povo da igreja de Corinto andava meio ressabiado com Paulo. Andavam dizendo que ele era "muito macho" pra escrever correções e ensinamentos severos quando estava longe, mas quando aparecia por lá sua imagem era de um homem combalido de fala mansa e cheio de amor pra dar. Por isso, alguns dos irmãos já até andavam criando um burburinho dizendo lá com seus botões que Paulo falava grosso porque andava mesmo era na carne. Que ele gostava de mostrar autoridade, que gostava de ser o bambambam do evangelho. 

Já outros, se decepcionavam quando esperavam que Paulo quando os visitassem iria encher de cobrança aqueles que na opinião deles andavam errado. Achavam que pela força das palavras das cartas de Paulo, o apóstolo apontaria o dedo na fuça de quem quer que seja e diria: você está errado!! você é pecador!! você é um mal cristão, prendam esse homem!! dêem um banco pra esse "levita"!!! engravidou antes de casa?? vai receber 3 anos de suspensão e ainda vai ter sua fotinha colada no muro da vergonha!!!

Quem assim pensava, uma coisa ou outra, acabava mesmo era quebrando a cara! Paulo desmonta esse pensamento com poucos versos:


Rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne.
Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne.
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;
Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;
E estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência.
Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.- 2 Coríntios 10:2-7


Paulo não pretendia ser o julgador da igreja. Não era ele que dava as cartas. Ele apenas as escrevia! Ele não queria ser ovacionado como um guru, um sábio, um mestre do evangelho. Pelo contrário, deixou claro na resposta a esse tema que a avaliação é pessoal e partircular...."se alguém confia a si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo..."

E Paulo fecha esse raciocínio de uma forma mui nobre e cristã:


Porque não nos estendemos além do que convém, como se não houvéssemos de chegar até vós, pois já chegamos também até vós no evangelho de Cristo,
Não nos gloriando fora da medida nos trabalhos alheios; antes tendo esperança de que, crescendo a vossa fé, seremos abundantemente engrandecidos entre vós, conforme a nossa regra,
Para anunciar o evangelho nos lugares que estão além de vós e não em campo de outrem, para não nos gloriarmos no que estava já preparado.
Aquele, porém, que se gloria, glorie-se no Senhor.
Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas, sim, aquele a quem o Senhor louva.


Sabe amados irmãos, vejo esse texto como muito elucidador quanto ao que Deus quer de nós em nossa vida ministerial: CONDUTA, SABEDORIA, DISCERNIMENTO. Compromisso com a verdade.



segunda-feira, 30 de junho de 2014

Os dois pedidos



"Duas coisas te peço; Não mas negues, antes que eu morra: Alonga de mim a vaidade e as mentiras, Não me dês nem a pobreza nem as riquezas, Dá-me o alimento que me é necessário, Para não suceder que, estando eu farto, eu te negue, e diga: Quem é Jeová? Ou que, estando pobre, me ponha a furtar, E profane o nome do meu Deus." - Provérbios 30:7-9

Segundo consta o registro bíblico, estas palavras foram escritas por Agur, que era filho de Jaque. Mas bem que poderia ter sido eu a escrever estes versos. Na verdade, o próprio Jesus Cristo nos disse lá em Mateus cap. 6 "o pão nosso de cada dia nos dai hoje".

Pensar assim é nobre. Mais do que nobre, é uma conduta para aqueles que aceitaram seguir nos caminhos do Senhor. É uma maneira de declarar sua dependência total de Deus. Quem crê em Cristo, sabe que dessa vida não levamos nada, e nossa estadia aqui é passageira. Não precisamos nada além do que o necessário. Quando pensamos assim, somos mais satisfeitos com o que temos, possuímos e somos, e menos ingratos com a beleza que é a dádiva da vida que nos foi concedida pelo Senhor. Faça hoje esta oração: Pai, não quero ser rico nem pobre. Quero apenas a minha porção diária, aquilo que me é necessário.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A história do Rei Asa



A história do Rei Asa
(2 Crônicas cap. 15 e 16)

O povo de Judá e Benjamim a muito tempo estava longe dos caminhos do Senhor Deus. Não havia paz, não havia sacerdotes para que ensinasse a lei. O povo estava idólatra e cometendo todo o tipo de pecado.

Então, o Rei Asa ouviu a profecia entregue pelo profeta Odede que dizia:

"E saiu ao encontro de Asa, e disse-lhe: Ouvi-me, Asa, e todo o Judá e Benjamim: O Senhor está convosco, enquanto vós estais com ele, e, se o buscardes, o achareis; porém, se o deixardes, vos deixará." - 2 Crônicas 15:2

A partir dai, Asa tirou as abominações do meio do povo! Ofereceu sacrifícios ao Senhor e ensinou o povo a adorar o verdadeiro Deus. O povo se alegrou da aliança que fizeram com Deus e passaram a adorá-lo verdadeiramente. A fidelidade de Asa foi tão grande que ele chegou a depor sua própria mãe do trono porquanto tinha sido ela a grande promotora do paganismo no meio do povo.

E a paz reinou no meio do povo por 35 anos durante o seu reinado.

No entanto, no 36º ano do seu reinado as coisas mudaram. Podemos dizer que talvez, a política, o poder, a ovação do povo, a aclamação daquela gente e a popularidade do seu reinado mexeram com sua cabeça e ele, ao invés de consultar a Deus para solucionar os seus problemas, passou a tomar suas próprias decisões, talvez, quem sabe, se "sentindo o rei-da-cocada-preta".

Segue abaixo o que aconteceu:

"No trigésimo sexto ano do reinado de Asa, Baasa, rei de Israel, subiu contra Judá e edificou a Ramá, para não deixar ninguém sair, nem chegar a Asa, rei de Judá.
Então Asa tirou a prata e o ouro dos tesouros da casa do Senhor, e da casa do rei; e enviou servos a Ben-Hadade, rei da Síria, que habitava em Damasco, dizendo:
Acordo há entre mim e ti, como houve entre meu pai e o teu; eis que te envio prata e ouro; vai, pois, e anula o teu acordo com Baasa, rei de Israel, para que se retire de sobre mim.
E Ben-Hadade deu ouvidos ao rei Asa, e enviou os capitães dos seus exércitos, contra as cidades de Israel, e eles feriram a Ijom, a Dã, a Abel-Maim, e a todas as cidades-armazéns de Naftali.
E sucedeu que, ouvindo-o Baasa, deixou de edificar a Ramá, e não continuou a sua obra.
Então o rei Asa tomou a todo o Judá, e levaram as pedras de Ramá, e a sua madeira, com que Baasa edificara; e com elas edificou a Geba e a Mizpá.
Naquele mesmo tempo veio Hanani, o vidente, a Asa, rei de Judá, e disse-lhe: Porquanto confiaste no rei da Síria, e não confiaste no Senhor teu Deus, por isso o exército do rei da Síria escapou da tua mão.
Porventura não foram os etíopes e os líbios um grande exército, com muitíssimos carros e cavaleiros? Confiando tu, porém, no Senhor, ele os entregou nas tuas mãos.
Porque, quanto ao Senhor, seus olhos passam por toda a terra, para mostrar-se forte para com aqueles cujo coração é perfeito para com ele; nisto, pois, procedeste loucamente porque desde agora haverá guerras contra ti.
Porém Asa se indignou contra o vidente, e lançou-o na casa do tronco; porque estava enfurecido contra ele, por causa disto; também Asa, no mesmo tempo, oprimiu a alguns do povo."  - 2 Crônicas 16:1-10

Asa foi imprudente, talvez soberbo, e fez aliança com o inimigo ao invés de consultar o Senhor para dar a direção para os seus problemas.

ASA QUIS SER POLÍTICO, QUIS USAR A DIPLOMACIA HUMANA E CONFIOU EM SUA PRÓPRIA CAPACIDADE PARA TOMAR SUAS DECISÕES.

No fim, depois de quatro anos, Asa morreu doente. Olha o que o verso 12 diz:

"E, no ano trinta e nove do seu reinado, Asa caiu doente de seus pés, a sua doença era em extremo grave; contudo, na sua enfermidade, não buscou ao Senhor, mas antes os médicos." - 2 Crônicas 16:12

Asa, aquele homem tão bom durante 35 anos que tinha feito tão bem ao povo e que tinha sido um homem que foi chamado de "PERFEITO DURANTE SEUS DIAS", morreu doente, entrevado, e mesmo assim, não buscou em Deus a solução de seus problemas, e sim nos homens.

Vamos refletir: quantos bons líderes, homens que durante anos foram canal de bençãos, homens que renovaram a fé do povo, homens canal de bençãos, hoje trocaram o "ouvir a voz de Deus" pela política, pelo dinheiro, pelo poder e pelas honrarias mundanas? Quantos homens que passaram anos a fio pregando o evangelho, hoje estão como Asa, fazendo acordos obscuros com o inimigo e profanando a palavra da salvação?

Que nós possamos estar com nossos olhos abertos, vigilantes e confiando na palavra da salvação do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Felicidade se faz com música

Olá a todos!

Enfim, resolvi de vez expor minhas escritas. Sempre quis escrever, apresentar um pouco as idéias que estão sempre enclausuradas na minha mente, sem ter como escapar. Espero que gostem de tudo o que eu carinhosamente estou apresentando ai. E, se por um caso, precisares de uma banda pra tocar no seu casamento, na sua festa, no seu evento...estamos ai, fácil falar comigo. Abraços.

Abraço a todos.

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